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Mauro Evaristo






Capricho.

A dama de negro nesta vida
Já me tirou tanto,
Já me deu tantas feridas,
Tanta dor e pranto!
A dama de negro é bela,
Mas nunca sorri para mim
E eu corro de encontro a ela
Em uma busca que não tem fim!

A dama de negro é fato,
Supera qualquer mágoa
E se sobrepõe aos desacatos,
Seguindo firme em sua jornada!

A dama de negro me beija
De modo meigo e delicado,
Mantendo minha chama acesa
Sempre à cata de um agrado!
A dama de negro sabe
Dos desejos que nutro por ela
E que em mim não cabe
Tanta emoção que se manifesta!

A dama de negro percebeu
O meu angustiado e vazio olhar,
No entanto, nunca o atendeu
E sabe Deus quando o fará!


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