GERALDO DE CASTRO PEREIRA






CASA DE MINHA INFÂNCIA

           Ó casa de minha infância,
De sorrisos infantis,
     Debaixo do teu telhado
   Como eu era tão feliz!
 
            Quantas horas de alegria
  À tua sombra gozei,
        Ó, minha casa querida,
    Talvez jamais te verei.
 
           De manhã, ao levantar-me,
   Eu rezava a ave-maria.
   E naquele aconchego,
   Risonho e alegre vivia.
 
                 Como a pomba encontra abrigo
     Na maciez do seu ninho,
   Na  minha casa eu vivia
   Tão cercado de carinho.
 
       A doença fora expulsa
Pela saúde  vivaz.
    Tudo ali se respirava
          Ares de calma e de paz
 
          Adeus, minha casa branca,
    Lindo berço onde nasci.
        Doces saudades  eu trago
       Dos tempos que em ti vivi.
 
               Ó tempos de minha infância,
                 Tempos que não voltam mais.
        Eu nunca me esquecerei
       Dessa casinha, jamais!.
  
                             N.B. Esta smples poesia foi escrita quando eu tinha  meus dezoito anos.
 
 

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