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Eulália Cristina Costa e Costa






SOZINHA

Sozinha, estou mais uma vez,
Na solidão do meu quarto não consigo nem olhar o clarão das estrelas
E o luar da noite bela.
 
Decepcionada com os amores e paixões
Regadas de ilusões e acompanhadas de desenganos
E tormentos numa triste caminhada rumo ao sofrimento.
 
Lembranças de vários momentos bons são passageiros,
Mas triste de mim se não fossem eles para revigorarem a minha alma
E devolverem a minha paz.
 
Mesmo com a esperança deste quadro mudar
Sou como um passarinho sem ninho
E sem desatino
Sozinha sem destino
Louca a esperar por migalhas de amor
Sem piedade ou dor.
 
Numa longa estrada a percorrer, ainda fico a sonhar
E imaginar um novo caminho para despertar e florescer
Um grande amor sem piedade ou dor,
Mas com bastante felicidade e amor.
 

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